segunda-feira, 9 de agosto de 2010

As eleições se aproximam e todos(as) brasileiros(as) necessitam conhecer as propostas dos candidatos aos postos executivos e legislativos, sejam eles federais ou estaduais deste país. Os eleitores precisam analisar e detalhadamente o que pensam os candidatos a respeito do que se deve fazer para resolver os problemas relacionados à péssima qualidade da educação, ao descaso com a saúde pública, à insegurança, ao desrespeito aos direitos humanos e à diferença gritante na distribuição de renda entre ricos e pobres.
Tomando como base a educação, o que se propala e é verdade é que o Brasil tem conseguido universalizar o acesso à escola, apesar de não atingir os 100% de todas as crianças e adolescentes em idade escolar e de uma quantidade enorme de analfabetos existir no país, sem que se apresente solução imediata para abominar a praga do analfabetismo. Porém, quando se analisa a qualidade do ensino oferecido e o resultado do aprendizado, comparando-se com o de outros países, mesmo os pobres sulamaricanos, aí é de se estarrecer. Crianças fora de faixas etárias nas escolas, por não conseguirem aprender; evasão escolar em grande percentagem, pelo desestímulo do(a) educando(a) em permanecer na escola, essa, de um modo geral, não tem sido um local aplausível, motivador e alegre para o seu alunado; prédios deteriorados; politicagem nos sistemas educacionais com professores contratados temporariamente e se tornam perenes pela ausência proposital de concursos públicos; salários vergonhosos para os profissionais da educação, que os levam a ministrarem aulas em várias escolas, com cargas horárias desumanas; desqualificação da juventude e mesmo dos adultos para assumirem os postos de trabalho num mercado tão competitivo e ávido de capacidade profissional. Enquanto isso, assiste-se na imprensa à discussão a respeito de quem é o(a) candidato(a) mais simpático(a) ou menos rancoroso(a).
O debate que deveria estar na ordem do dia seria a relação entre a educação oferecida pelo país e a pobresa que ainda assola parte da população brasileira; como a melhoria da qualidade do ensino daria oportunidades para que o povo viesse a viver melhor, inclusive com mais segurança e saúde e o que fazer para acelerar e melhorar os instrumentos já oferecidos pelo governo atual ou mesmo criar outros mecanismos que visem melhorar a qualidade da educação e do ensino.
O Brasil precisa vivenciar uma grande revolução educacional para se preparar para o desenvolvimento econômico, social e cultural e, assim, oferecer condições de oportunidades a todos(as), evitando-se, desta forma, o assistencialismo, a medicância e a vitimização, tão vivenciados no país, favorecendo a miséria, a manutenção dessa vergonhosa distribuição de renda, o que leva o Brasil ser um dos últimos classificados países do mundo neste item. Aliás, é bom ressaltar que se a desigualdade social e a péssima distribuição de renda no país não é o único fator desencadeador da violência e da insegurança, elas contribuem e muito. O que fazer para transformar esse quedro? Não é esse o momento oportuno para se desencadear essa discussão?
Não está na hora dos meios de comunicação abandonarem um pouco as suas matérias encharcadas de sangue e suscitar debates que colaborem com as mudanças que a população brasileira necessita? Talvés as respostas advenham da consciência crítica do eleitor. Ele precisa se posicionar em relação à política, até mesmo a partidária, cobrar dos partidos políticos posicionamentos sobre temas que passam ao lado dos debates políticos eleitorais, mas que mesmo por isso, e, pela falta de comprometimento político-social de muitos governantes, o Brasil continua a ser o país do futuro e a maioria de seu povo se eternizando na miséria e na ignorância.
Estamos de olho. O voto não é apenas o direito de escolher alguém que se pareça bom aos olhos e aos sentimentos do eleitor, mas é acima de tudo o dever do eleitor eleger o candidato(a) que gerencie as reivindicações, as conquistas da população, e que se comprometa a trabalhar de forma a respeitar o princípio da alteridade, da dialogicidade, da democracia, da cidadania e dos direitos humanos.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Memória da aula anterior

Na última aula, a monitora eliana nos orientou a respeito do grupo de relacionamento, a forma como se deve trabalhar em rede na perspectiva da troca de informação de conhecimentos ,via internet. Isso me pareceu de suma importância para o desenvolvimento das atividades educativas, seja na escola entre educadores e educandos, seja no relacionamento com pessoas e grupos que almejam uma educação para a cidadania que requer trabalhar com a autonomia dos educandos e tenha o educador como mediador das ações educativas.
Esse instrumento, se bem utilizado, possibilitará a diminuição de um assunto tantas vezes debatido nas escolas - a monotonia das aulas. Garantirá também valorizar as opiniões e atitudes dos alunos, a partir do fato de que comumente eles têm o domínio técnico da computação e o professor utilizando-se deste conhecimento, pode estabelecer diálogos, correção de textos, motivação para leituras, orientação de pesquisas em textos e intertextos da internet e, principalmente, estabelecer uma relação de credibiidade entre ele e seus educandos.
O tema trabalhado na aula nos mostra o quanto a internet pode ser um instrumento revolucionário para alterar a maneira de trabalho do professor e, deste modo, colaborar com a melhoria da relação professor aluno, aluno professor, caso se tenha como objetivo a utilização do princípio da dialogicidade, da alteridade e da formação do aluno rumo ao exercício pleno de sua cidadania.
Sai da aula bastante satisfeito com o meu aprendizado e feliz por saber que a partir de agora poderei fazer uso do computador de maneira mais adequada em relação a minha profissão.

terça-feira, 20 de julho de 2010

Olhar por aí

É impressionante como em um pouco tempo nós podemos adquirir uma nova imagem acerca de um determinado assunto. Isso aconteceu comigo esta noite, na terceira aula de formação do proinfo, em que pude perceber a importância da utiização do computador no trabalho da educação e da comunicação. A partir da aula sobre a criação de um blog, surgiu a necessidade de utilizá-lo como mecanismo, ou seja, um meio de interatividade de conhecimentos e de trocas de experiências entre colegas, educandos e, mesmo entre comunidades de diferentes áreas do conhecimento. Isto levará a uma contínua formação educacional, cultural e profissional.
Em se tratando de mudanças de visão sobre determinado tema, convém salientar que as aulas do proinfo têm me feito quebrar o preconceito sobre aulas de informática. Antes,tidas como cansativas e desinteressantes, pouco influentes em relação à positividade na minha atuação, enquanto profissional da educação. Agora, as percebo como de fundamental importância, a partir do direcionamento apresentado pelo material do curso e pela competência didática da monitora, Eliana. Para isso, foram fundamentais os conhecimentos teóricos oferecidos e apreendidos por mim e as maneiras práticas de criação de mecanismos, como: o e-mail e o blog.
Estou certo de que com o decorrer das aulas clareza maior advirá para que eu possa manipular o computador e utilizá-lo para melhorar a minha capacidade profissional e de comunicação, através de pesquisas e produção de textos e de imagens.
Abraço, até a próxima aula, Enildo.